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Brancos Existenciais

Brancos Existenciais

Há momentos em que as palavras somem e ficam apenas os sentimentos, acompanhados daquela sensação de “branco”. Quem já não viveu essa situação? Mas o que será que acontece quando isso ocorre? Será apenas um lapso de nossa memória? Ou existe algo mais?

Há momentos em que as palavras somem e ficam apenas os sentimentos, acompanhados daquela sensação de “branco”. Quem já não viveu essa situação? Mas o que será que acontece quando isso ocorre? Será apenas um lapso de nossa memória? Ou existe algo mais?

A grosso modo em termos fisiológicos diríamos que houve uma interrupção na comunicação entre os neurônios e assim por um período curto de tempo ficamos impossibilitados de estabelecer uma conexão com nossas memórias e conhecimento.

Afirmo também que em algumas vezes esse “branco” é provocado também pela frequência de nossas vibrações, que nos chegam como que em ondas. Para que possamos receber efetivamente essas ondas precisamos estar na mesma frequência. Mas o que é isso?Independente de nossa percepção, somos bombardeados a todo instante por diversas ondas vibratórias. Assim no momento do “branco” podemos dizer que nossa frequência permitiu interferências externas que acabam por “desligar” ou interromper os nossos centros de transmissão, captando a frequência de outros e nos perdendo de nós mesmos, e/ou dos caminhos que nos levam as informações.

Interessante esse processo não acham?

E onde isso nos auxilia ou nos atrapalha?

Esse mecanismo irá refletir-se em todas as nossas ações, podendo ser salutar quando nos mostra caminhos alternativos pautados nos ensinamentos do Evangelho, por exemplo, ou prejudicial quando nos remete a decisões pautadas no egoísmo, no orgulho e nos instintos animalescos. Tudo depende da frequência alta ou baixa, ou seja, boa ou ruim.

E por que isso ocorre? E onde fica o nosso livre arbítrio? Seríamos fantoches uns dos outros?

Podemos dizer que isso ocorre mais facilmente pela sobrecarga de informações, atividades e conhecimento superficial que vamos adquirindo e armazenando ao longo de nossas existências.

Já repararam como raramente nos permitimos entender o que realmente estamos lendo ou estudando? Ou ainda nos colocarmos por inteiro nas atividades que estamos desempenhando no momento? O nosso livre arbítrio é respeitado por isso temos a vontade que nos permite seguir uma intuição ou não. Dessa forma só nos tornamos fantoches quando não analisamos o que recebemos como intuição e nos deixamos influenciar por qualquer ideia, pensamento, comercial ou moda.

Em nosso modelo de vida atual, temos que reter o maior número de informações possíveis, mas não nos preocupamos se essas informações são realmente necessárias e valiosas, vamos absorvendo tudo o que a sociedade nos coloca, pois “não há tempo” para analisarmos, vamos consumindo apenas. Ao executarmos uma tarefa, não deixamos nos absorver pelos detalhes e pelo que está sendo feito, na verdade ficamos pensando no que virá depois e assim deixamos de analisar tudo o que fazemos com pressa de acabar para iniciar uma nova atividade.

Vamos entulhando nossa mente com um monte enorme de lixo mental, que de tão grande, acabamos por nos perder de nós mesmos. Não sabemos mais o que realmente é importante e o que é nosso. Dessa maneira o caminho mental que temos que percorrer para ter acesso a informação que precisamos é tão grande que ocorre a contaminação pelo lixo mental que adquirimos somado as interceptações das vibrações do ambiente.

Para acabarmos com toda essa interceptação e contaminação se faz necessário primeiramente que nos dediquemos a fazer uma grande faxina mental, descartando e reciclando tudo que não nos serve mais.

Depois precisamos estar atento aos nossos pensamentos e ações, o famoso vigiar, e também olhar ao nosso redor para que não permitamos que a frequência de nossas vibrações sejam inferiores e materialistas, mas que sejam sempre elevadas moralmente a fim de estabelecermos sintonia com o Bem.

E depois ainda resta o orar, pois é desta forma que teremos a perseverança e à vontade para jamais nos afastarmos do Pai e de seus benfeitores espirituais.

Que tal iniciarmos agora mesmo a nossa faxina mental diária, ou semanal, conforme acharem mais oportuno?

Amigos deixamos a serenidade e o discernimento para que escolham o que realmente deve ser guardado das informações e conhecimentos adquiridos.

Com muito carinho.

Médium: Lúcia
Espírito: Irmão Matheus (Colônia espiritual Maria de Nazaré)

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