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O que é ser Farol de Luz do Evangelho de Jesus

O que é ser Farol de Luz do Evangelho de Jesus

Queridos amigos, hoje vamos refletir o que significa ser um Farol de Luz na divulgação do Evangelho. Será que devo construir uma torre e deixar lá uma luz a brilhar? E se assim for, qual deverá ser a altura? Que tipo de luz colocar?

Queridos amigos, hoje vamos refletir o que significa ser um Farol de Luz na divulgação do Evangelho. Será que devo construir uma torre e deixar lá uma luz a brilhar? E se assim for, qual deverá ser a altura? Que tipo de luz colocar?

Com certeza não é a mensagem proposta na comparação empregada. Sabemos que para que um farol seja visto a distância, e assim, possa desempenhar sua função de orientador para os que se encontram em alto mar, é necessário que ele seja bem alto, pois dessa maneira poderá ser visualizado com maior facilidade. Acredito que nisto todos concordem e não haja dúvida. Mas além desse fator também deve ser analisado a intensidade da luz, pois quanto mais intensa, conseguirá cobrir distancias maiores.

Iniciemos nossa reflexão com o Farol, ou seja, a torre. A torre para que possa ter grandes alturas, precisa de um alicerce bem estruturado que permita sustentação e segurança, mesmo nos momentos de turbulências. Comparamos essa torre a doutrina, ou religião, ou filosofia, ou seita que escolhemos para nos orientar na construção de nossa fé.

Portanto suas orientações precisam estar de acordo com ensinamentos contidos no Evangelho que é nosso roteiro seguro. Sem esse alicerce corremos o risco de termos torres elevadas, mas que a primeira tempestade, tudo venha a se desmoronar. Por isso salientamos que somente a fé raciocinada é capaz de se manter firme mesmo diante das tempestades e turbulências do caminho.

A fé como sabemos é sempre pessoal e intransferível, assim estendo a comparação: a construção do alicerce do farol começa em nosso interior, no “Eu Crístico” de cada um. Cada criatura é parte integrante dos pilares dessa construção. Através da fé formamos vibrações individuais, com conduta reta, as paredes desse farol vão ganhando altura e assim poderão servir de maravilhoso instrumento a todos que buscarem auxílio no caminho correto a seguir.

Mas, o Farol não é só composto da torre. Ainda falta analisarmos a sua luz, pois um farol sem luz, na escuridão da noite em alto mar, fica, independentemente de sua altura, impossibilitado de ser avistado.

Muitos se dedicam apenas a construção exterior, achando que apenas fazer parte de uma casa espírita, de uma igreja, de uma seita já seja o suficiente para estabelecer ligações com o plano mais alto.

Ou ainda que essa torre física nos aproxime mais do Pai. Meus amigos não sejamos ingênuos e nem arrogantes. Sabemos que um farol sem luz nada representa. Precisamos sim de trabalhadores que cuidem do som, da luz, da limpeza, etc. nas casas espíritas, nos templos, nas igrejas, pois vivemos num mundo material.

Mas com certeza precisamos de bem maior número de trabalhadores para a divulgação da moral, das virtudes que nos são ensinadas por Jesus. E é somente dessa forma através do exemplo de cada um que conseguiremos nos aproximar mais do Pai.

Voltemos, portanto a luz, já que entendemos a sua real importância. Ao longo dos anos a luz sofreu transformações e foi lentamente se tornando mais brilhante, mais poderosa, assim como cada criatura que vai se moldando e se aperfeiçoando moralmente ao longo dos milênios. No início a luz era conseguida através do fogo, depois o azeite, o petróleo, o gás e pôr fim a eletricidade.

Nos primórdios o homem ainda era basicamente irracional onde seus instintos comandavam suas ações. Fomos evoluindo, buscando conhecimento, melhores formas de se portar, de pensar, de controlar emoções. Adquirindo aos poucos formas mais corretas de expressar sentimentos, palavras, ações. Estamos caminhando para controlar também os nossos pensamentos, antes mesmo deles se plasmarem.

Retornando a luz, hoje já existem diversos aparelhos que usados em conjunto com espelhos, lentes e refletores ampliam o seu alcance. Traçamos um paralelo com nosso aprendizado. Não mais vivemos na ignorância de nos acharmos somente matéria, mas da certeza de que somos espíritos imortais e como tal podemos nos comunicar e receber conselhos úteis ou conselhos perniciosos de acordo com a nossa sintonia, a nossa vibração de pensamentos.

Temos essa parceria com o mundo espiritual que nos possibilita ampliar nossas escolhas corretas na nossa longa jornada de evolução.

Neste momento sei que devem surgir questionamentos como onde tudo isso se aplica na minha vida? Posso ser o Farol do Evangelho? Ou ainda onde espelhos, lentes e refletores, se aplicam ao meu crescimento espiritual e as sintonias mencionadas?

Bem faremos analogias para entendermos: a luz que existe dentro de cada criatura, e de que forma, os instrumentos como espelhos, lentes e refletores podem auxiliar a amplia-la e mais ainda que ligação ela tenha com o Farol da Luz do Evangelho.

A luz que trazemos é a do “Eu Crístico” como já mencionamos aqui e em diversas outras mensagens. Assim vamos interpretar a função dos espelhos, como a refletir essa luz interior que trazemos. Quanto mais estivermos em sintonia e ligados ao nosso “Eu Crístico” mais luz estaremos transmitindo através dos espelhos.

As lentes podem ser entendidas como nossas posturas diante das adversidades da vida. Se usarmos, por exemplo, a lente do desanimo, tudo ao nosso redor perderá a graça e o significado. Se utilizarmos a lentes do pessimismo, nada será o suficiente para darmos um passo a caminho de nossa evolução espiritual. Se usarmos as lentes do egoísmo e orgulho, todos serão infinitamente inferiores a nós e assim não poderemos partilhar nossos conhecimentos e nossos “valores”, construindo verdadeiras bolhas que nos aprisionarão.

Mas se utilizamos a lente da fé, da esperança e da vontade, iremos transformar os momentos de adversidades e as dores em momentos de aprendizado, de recolhimento interior, onde poderemos sempre contar com outros a nos auxiliar, emprestando suas luzes para olharmos o caminho com mais cuidado e descobrir alternativas que antes não foram vislumbradas.

E aqui não nos referimos somente ao auxilio entre os encarnados, mas o auxílio que chega também através dos desencarnados, dos benfeitores espirituais. E os refletores? Os refletores são a união de nossa fé ao amor, ou seja, o amor em ação, à caridade que começa dentro de nós e vai se expandindo para fora do nosso eu, inundando tudo que nos cerca. O mesmo raciocínio vale para a paz e a harmonia.

Portanto meus amigos ser Farol da Luz do Evangelho de Jesus é já semear o mundo de regeneração. Mundo este que começa em nosso eu mais profundo, com nossa postura diante da vida, com nossa vontade. Por isso a regra de vigiar, olhar o nosso eu, os nossos pensamentos, as nossas ações a todo instante, e depois em prece, estabelecermos sintonia com os benfeitores espirituais a fim de sermos instrumentos da vontade do Pai.Meus queridos amigos, não há outro caminho, não outra forma de se conquistar o mundo de regeneração.

Esse é um processo coletivo mas que se inicia individualmente no coração de cada um para depois se expandir e contagiar a todos ao seu redor. Vejamos o grão de areia que ao ser visto isoladamente como um grão é praticamente imperceptível, mas quando juntamos diversos grãos de areia vemos uma imensidão que se estende por toda a costa litorânea.

A união depende de cada um, pois ela não nasce pronta, assim como a praia é composta grão a grão e não um aglomerado maciço que nasceu já como aglomerado. Mudanças lentas e constantes geram panoramas novos e maravilhosos ou dramáticos de acordo com o teor da mudança.

Lembre-se que Maria de Nazaré se faz presente nos auxiliando com muita doçura a ampliarmos e intensificarmos a nossa luz, mesmo nos momentos de turbulências.

Muita luz e vontade aos meus amigos!

Médium: Lúcia
Espírito: Irmão Matheus (Colônia Espiritual Maria de Nazaré)

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