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Solucionando conflitos

Às vezes, ao querer solucionar nossos problemas, acabamos por piorá-los. Na tentativa de amenizar ou de omitir certas dificuldades, seguimos pelo caminho duvidoso, e colocamos tudo a perder.

Às vezes, ao querer solucionar nossos problemas, acabamos por piorá-los.

Na tentativa de amenizar ou de omitir certas dificuldades, seguimos pelo caminho duvidoso, e colocamos tudo a perder.

Determinadas situações exigem que sejamos práticos e diretos na resolução do que nos incomoda.

Por exemplo, se precisamos de um médico, não devemos nos deter por medo antecipado do que nos poderá ele prescrever, em termos de dietas e outros cuidados.

Ao contrário, necessitamos marcar o quanto antes a consulta para termos o correto diagnóstico e correspondente tratamento.

Se o remédio é amargo, mas resolve o problema, quanto antes o tomarmos, melhor.

Da mesma forma, ao enfrentarmos questões emocionais.

Se nos atritamos com alguém, o melhor caminho é aclarar a situação e resolver o problema.

Se mágoas invadem nosso coração, preciso se faz analisar os motivos que as causaram, e saná-las antes que se tornem demasiado profundas e nos causem transtornos.

Se dúvidas invadem nosso ser, busquemos as certezas que nos permitirão encontrar as soluções.

Nunca devemos nos permitir dormir sobre uma situação não resolvida.

Contou-nos uma senhora que, ainda criança, era comum, entre irmãos, brigarem por tolices ou por coisa alguma.

Nessas horas, seu pai chamava os briguentos, os colocava para limpar o vidro da porta, um de cada lado.

Não havia como não olharem um para o outro. No início, muito zangados, depois, acabavam rindo, desmanchando o clima negativo.

Sua mãe preferia colocar cada qual em um quarto para pensar.

Depois de um tempo, com os ânimos mais calmos, promovia o diálogo e o entendimento entre eles.

Dessa forma, dizia a senhora, crescemos com a certeza do valor daqueles ensinamentos, que passaram a nos acompanhar para sempre.

Hoje, costumamos nos reunir, com muito carinho e amizade.

*  *  *

Muito bom será quando todas as famílias compreenderem o valor da boa convivência, do clima da amizade e do respeito a ideias e maneiras de agir dos demais.

Isso porque é dentro do lar, na infância, que começamos a domar nosso orgulho, nossa vaidade e prepotência.

Com exercícios simples de autodomínio e conscientização, a arrogância deixa de existir.

Com diálogos esclarecedores aprendemos que somos indivíduos; que cada qual tem o direito de pensar, falar e agir, de forma diferente, e a nós cabe respeitar a maneira de ser do outro.

Com a escolha certa dos programas sociais e culturais, a que temos acesso, gravamos, no imo do ser, o que realmente nos convém.

E, com os exemplos colhidos dentro das quatro paredes do lar, refletiremos, no mundo, o que somos na profundidade do ser.

Aprendamos e ensinemos a solucionar os problemas da vida de maneira simples, gentil e eficiente.

Assim, não teremos do que nos arrepender.

Só com amor, perdão e compreensão é que se apresenta a melhor solução.

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